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A luta feminina não pode parar

Todos os dias acompanhamos nos jornais casos de violência, preconceito, assédio e discriminação contra a mulher. As mulheres vivem uma luta diária em busca pelo seu próprio espaço na sociedade. E não é por superioridade, mas sim de igualdade. Se hoje as mulheres estudam, trabalham, ganham o próprio dinheiro, tem opção de escolha e podem até usar uma calça, foi porque muitas outras mulheres lá atrás no passado lutaram para ter a sua independência e seu espaço no meio social, político e financeiro.

Não é normal uma mulher estar no transporte coletivo e um homem assediá-la. Não é normal a mulher ter o mesmo trabalho e as mesmas funções que um homem e receber menos por ser mulher. Não é normal uma menina não poder jogar de futebol por ser “brincadeira de menino”. Não é normal mulher não usar uma determinada roupa porque o companheiro não permite.

Não, nada disso é normal. E é uma batalha que as mulheres vêm enfrentando há muitos anos. Para você ter noção, as mulheres só podiam cuidar da casa, do marido e dos filhos. Eram obrigadas a não ter outra vida a não ser essa. Não que seja errado e que outras mulheres não podem ter isso. Errado é impor isso como uma única condição de vida. Além disso, na época as mulheres não podiam se separar do marido – que muitas vezes eram também obrigadas a casar.

Foi em 1827 que a mulher conseguiu o direito de estudar. Foram anos de luta para conseguir, pelo menos, frequentar escolas. Hoje as mulheres estudam a vida toda, podem cursar o ensino superior e serem grandes profissionais. Até a Primeira e a Segunda Guerra Mundial quando os homens iam para as frentes de batalha e as mulheres passaram a assumir os negócios da família e a posição dos homens no mercado de trabalho.

Em 1932, ou seja, não tem nem 100 anos, a mulher conquistou o direito de votar. Se hoje você pode colocar até um presidente no poder é graças a força de muitas mulheres que sofreram repressão por lutarem por isso. Em 2006, foi sancionada a lei Maria da Penha, que coíbe e previne a violência doméstica e familiar contra a mulher.

Ainda em comemoração ao mês da Mulher, é importante celebrar a vitória e de reforçar a luta feminina por igualdade e liberdade. Resistir a opressão que ainda existe contra a mulher é um confronto diário e luta deve ser constante pelo seu espaço e direito de ser e fazer o que quiser no âmbito social, político e financeiro. Toda mulher tem o direito de desejar e conquistar o que quiser.

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